Pessoas que se dizem detetives particulares ou funcionários de teles cobram menos de R$ 1 mil para fornecer o extrato de ligações e torpedos de assinantes. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

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Segundo a publicação, os senadores Álvaro Dias (PSDB-PR) e Aloizio Mercadante (PT-SP) e o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), membro da CPI dos Grampos Telefônicos, adquiriram seus próprios dados com auxílio da reportagem.

No caso de Dias, foi obtido o histórico completo do mês de julho das chamadas telefônicas efetuadas e recebidas de seu aparelho celular, registrado em nome do Senado. Já no caso de Mercadante, o histórico de chamadas não conferiu com a conta original, apesar dos dados cadastrais do telefone estarem corretos.

No mercado clandestino de espionagem, o "cliente" pode ser facilmente enganado e não tem como recorrer às autoridades, já que os serviços contratados são ilegais.

Ainda de acordo com a "Folha", o sigilo do histórico de chamadas telefônicas é garantido pelo artigo nº 5 da Constituição, assim como o teor de conversas e de correspondência.

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