Sinopse de imprensa: promotoria relata propina na merenda

O Ministério Público Estadual entrou nesta terça-feira com ação na Justiça para tentar impedir a continuidade dos contratos terceirizados da merenda escolar na cidade de São Paulo sob a justificativa de que eles têm sido feitos e mantidos nos últimos oito anos em razão do pagamento de propina a agentes públicos e fraude em licitações. As informações são do jornal ¿Folha de S. Paulo¿.

Redação |

O processo cita que os "pagamentos de comissões" por seis empresas que fornecem a merenda "atingiam e ainda atingem cerca de 10% do valor cobrado" da prefeitura -a estimativa dos novos contratos passa de R$ 35 milhões/mês.

A Promotoria diz que, conforme a investigação em curso, esse esquema "nefasto" foi iniciado na gestão Marta Suplicy (PT). As gestões seguintes, de José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM), estão sendo investigadas.

A Promotoria acredita que a prefeitura deveria abandonar a terceirização da merenda e pede no processo que a Justiça impeça, por liminar, que a gestão Kassab assine contratos com as vencedoras de um novo pregão.

Leia mais sobre: merenda escolar

    Leia tudo sobre: fraudelicitaçãomerenda

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG