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Sinopse de imprensa - PF apura se Nahas copiou casos Banestado e Alstom

A Polícia Federal investiga se Naji Nahas, preso na Operação Satiagraha, voltou a usar o modus operandi de remessa de dólares para o exterior que ele já havia utilizado em um caso apurado no escândalo do Banestado. Nesse caso, o investidor repetiu um dos esquemas usados pela multinacional francesa Alstom, suspeita de pagar propina a políticos tucanos de São Paulo. As informações são do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira.

Redação |

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  • Segundo a publicação, no dia 9 de outubro de 2002, Nahas teria mandado US$ 750 mil por meio da "offshore" uruguaia Kiesser Investment para os Estados Unidos. O dinheiro teria saído do banco Audi, em Luxemburgo, passando pela Kiesser, que, segundo a PF, é de doleiros do Rio, segundo base de dados da Promotoria de Nova York.

    Ainda de acordo com a "Folha", o caminho do dinheiro foi o mesmo usado pela Alstom em duas transações identificadas pelo Ministério Público da Suíça.

    Documentos em poder de promotores suíços mostram, segundo o jornal, que pelo menos parte da propina atribuída à empresa foi repassada por doleiros, entre eles os donos da Kiesser.

    Segundo o jornal, dois especialistas em Banestado foram escalados pela PF para participar da segunda fase da Operação Satiagraha, que investiga também o banqueiro Daniel Dantas. Além de identificar remessas de doleiros que alimentaram o fundo Opportunity, nas ilhas Cayman, eles vão analisar as operações feitas por todos os alvos da Satiagraha.

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