Ao sair da prisão, madrasta agradece a Deus e diz que não é assassina" / Ao sair da prisão, madrasta agradece a Deus e diz que não é assassina" /

Sinopse de imprensa: Peritos e polícia têm certeza de que ninguém além do casal esteve no local na noite do crime

SÃO PAULO - A polícia tem certeza de que ninguém além de Alexandre Nardoni, 29, e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, 24, estava no apartamento de onde Isabella Nardoni, 5 anos, foi atirada, de acordo com reportagem de ¿O Estado de S. Paulo¿ publicada na edição deste domingo, que chegou às bancas no início da noite deste sábado. Outro fato confirmado pelos policiais, segundo a reportagem, é de que o casal estava no local pelo menos dez minutos antes do assassinato. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/12/ao_sair_da_prisao_madrasta_madrasta_agradece_a_deus_e_diz_que_nao_e_assassina_1269514.html target=_topAo sair da prisão, madrasta agradece a Deus e diz que não é assassina

Redação |



  • L audos que investigam caso Isabella ainda não estão concluídos
  • Casal teria brigado antes de morte de Isabella
  • Libertação de casal não afeta investigações, diz delegada
  • Justiça concede pedido de habeas-corpus ao casal
  • Veja a íntegra do habeas-corpus
  • A defesa: Em cartas, casal diz que é inocente
  • Alberto Dines: Um caso para não esquecer
  • De acordo com as 44 testemunhas ouvidas até sexta-feira, nenhum estranho foi visto no Edifício London naquela noite. Diante destes dados, a polícia quer que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá voltem ao apartamento.

    O objetivo dos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e das investigações do 9º Distrito Policial é colocar o casal na cena do crime. Ainda segundo o Estadão, a perícia constatou que não há sinais de arrombamento ou invasão do prédio.

    O caso

    AE
    Isabella era filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira. A cada 15 dias, ela visitava o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto.

    No sábado, dia 29 de março, a garota foi encontrada morta no jardim do prédio em que o pai mora. A polícia descartou desde o princípio a hipótese de acidente. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, declarou que Isabella foi jogada da janela do apartamento por alguém.

    O delegado destacou o fato de a tela de proteção da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences no local.

    O pai teria alegado à polícia que um homem invadiu o seu apartamento. Ele e Anna Carolina afirmam ser inocentes e, por meio de cartas, disseram esperar que "a justiça seja feita".

    (*Com informações de Ana Freitas, Juliana Simon, Silvia Melo e Gregório Russo)

    Leia também:

    Opinião

    Leia mais sobre: caso Isabella

      Leia tudo sobre: isabella

      Notícias Relacionadas


        Mais destaques

        Destaques da home iG