Sinopse de imprensa - Metrô ignorou conselhos técnicos

A Companhia do Metrô desconsiderou recomendações técnicas que dariam mais segurança às escavações da Estação Pinheiros da Linha 4-Amarela, em São Paulo, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Redação |

De acordo com a publicação, relatórios indicavam a necessidade de obras mais profundas que as realizadas. Isso, porém, atrasaria a inauguração em seis meses e demandaria novos gastos, não só durante a obra como também após a abertura da estação, incluindo mais lances de escadas rolantes e maior uso de energia elétrica.

A reportagem aponta que a estação foi escavada a 30 metros de profundidade, quando o ideal, conforme especialistas, seria de 35 a 45 metros.

No dia 12 de janeiro de 2007, um desabamento no local deixou sete mortos.

Segundo o "Estado", o Metrô alega que a elaboração do projeto que poderia rebaixar a cota é de responsabilidade do Consórcio Via Amarela - formado pela OAS, Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Alstom. De acordo com a companhia, a determinação final sobre a construção caberia aos empreiteiros.

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