A criação de despesas por meio de medidas provisórias já chega aos R$ 3,2 bilhões, só nos primeiros quatro meses deste ano. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

A medida, pela Constituição, deveria ser restrito a casos de guerra ou calamidade pública, mas são as obras, especialmente as do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que levam o Executivo a bater recordes na edição heterodoxa de MPs, segundo o jornal.

Dos R$ 16,6 bilhões destinados em 2007 ao PAC, R$ 11,6 bilhões vieram de créditos extraordinários.

Ainda de acordo com a "Folha", o ano passado registrou um aumento de quase 100% no uso desse artifício, com a criação total de R$ 43,3 bilhões em gastos.

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