Sinopse de imprensa - Desvios em MG financiavam candidatos

Integrantes da quadrilha investigada na Operação João de Barro, da Polícia Federal, desviavam recursos de prefeituras de Minas Gerais para financiar candidatos a deputado federal e estadual ligados ao esquema, segundo apuração da Procuradoria da República e do Ministério Público Estadual. As informações são do jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira.

Redação |

Segundo a publicação, o esquema girava ao redor da construtora Ponto Alto, e o deputado João Magalhães (PMDB-MG) é citado nos documentos como um dos "beneficiários diretos do golpe".

A Procuradoria afirma que Magalhães é o verdadeiro dono da construtora, mas oculta a titularidade da empresa por meio de laranjas.

A "Folha" destaca ainda que, de acordo com o Ministério Público, Magalhães e outros deputados federais direcionavam emendas ao Orçamento da União para prefeituras comandadas por membros da quadrilha.

Depois, empregando a Ponto Alto e uma rede de empresas fantasmas, o grupo fraudava as licitações e desviava os recursos, alimentando contas de pessoas ligadas ao esquema. O dinheiro, então, iria para os políticos. Boa parte das transferências ilegais constatadas pelo Ministério Público ocorreu em período eleitoral.

Em entrevista ao jornal, Magalhães negou ter sido beneficiado pelo esquema ou que a construtora pertença a ele.

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