A Dilma até hoje não se disse candidata. O que ela precisa é assumir. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, o presidente licenciado do PMDB, deputado Michel Temer (SP), mostra que o partido já vive uma tensão pré-aliança para 2010, quer uma definição do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até outubro e cobra uma posição da ministra-chefe da Casa Civil como pré-candidata. Para Temer, se não houver afirmação nacional de que há uma aliança, as coisas começam a desandar.

Apontado como provável vice na chapa governista à sucessão de Lula, Temer não hesita em afirmar que seu partido faz questão do cargo para compor uma parceria com o PT. "O PMDB tem de entrar com a mesma estatura da legenda com quem faz aliança, e não em posição subalterna", justifica. Em síntese, a vice é "indispensável".

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