Paulo Borges, organizador da São Paulo Fashion Week, abriu oficialmente a 26ª edição do evento pouco antes do desfile da grife FH, do estilista Fause Haten. Disse que se trata de uma edição importante, em um ano importante, em referência à crise econômica mundial, da qual o setor não deve escapar.

"Vejo energia positiva e forte em todos", disse, otimista, Borges. O prefeito Gilberto Kassab deu as boas-vindas a todos e disse sentir muito orgulho do evento, "grande não só para a cidade, como para todo o País". Ele anunciou planos de transformar janeiro no mês da moda em São Paulo.

Na passarela, o desfile teve como trilha sonora um concerto da Sinfônica Heliópolis, com jovens que participam do programa do Instituto Baccarelli com ensino de música aos moradores daquela comunidade. No repertório, peças como "Vila Rica" e "Dança Brasileira", do maestro Camargo Guarnieri, sob a regência de Edilson Ventureli, que está à frente da orquestra há oito anos.

Em sua coleção, o estilista fez peças em que traduz sua visão do amor, abrindo com macacões plissados, colados ao corpo, seguindo com uma linha de vestidos de cetim de seda vermelhos, em uma proposta intensa, e fechando com o que chamou de "amor romântico", com itens de cores mais suaves e enfeitados com bordados de flores.

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