Depois de 60 dias, a comissão de sindicância para apurar o comércio ilegal de créditos de passagens na Câmara não conseguiu chegar às conclusões necessárias para encerrar os trabalhos. Uma portaria do diretor geral da Casa, Sérgio Sampaio, vai prorrogar até 23 de julho o serviço de três funcionários encarregados de descobrir como e por que diversos agentes de viagens conseguiam comprar sobras de passagens aéreas de deputados e vendê-las para terceiros.

Em depoimento à Polícia da Câmara, um desses agentes disse que comprava os créditos com 15% a 25% de deságio de assessores de deputados. Depois, revendia no mercado a terceiros. Série de reportagens do Congresso em Foco mostrou que as passagens aéreas no Congresso eram usadas desde o transporte de familiares e eleitores até de fornecedores de negócios particulares dos parlamentares. Em meio ao escândalo, Câmara e Senado mudaram as regras do uso dos voos e abriram investigações .

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