BRASÍLIA ¿ Aproveitando o plenário esvaziado, os senadores peemedebistas Pedro Simon (RS) e Geraldo Mesquita Júnior (AC) usaram, nesta sexta-feira, a bancada do Senado para defender a candidatura do partido à Presidência da República em 2010.

Geraldo Mesquita Júnior iniciou a proposta anunciando que uma pesquisa interna da legenda identificou que mais de 53% dos filiados apoiam a ideia.

O parlamentar define a postura da sigla como complexo de inferioridade.  Eu não compreendo, primeiro, esse complexo de inferioridade. O PMDB é bom pra vice, mas não se credencia como candidato à Presidência da República. Eu acho que isso é um complexo de inferioridade inexplicável num grande partido como o PMDB.

Ele cita o exemplo do PV que tem menos expressão nacional, mas já sinalizou que a senadora Marina Silva (AC) será a pré-candidata, questionando ainda se o apoio deve ser com o PT. A senadora Marina Silva é uma pessoa brilhante, o eeputado Ciro Gomes, o governador Serra; são pessoas que representam um determinado pensamento político, uma determinada corrente política em nosso País. Por que o PMDB, então, se realmente já jogou a toalha, não procura uma interlocução com todos esses grupos políticos?, sugere. 

Já o senador Pedro Simon afirmou não ter sido convidado ao jantar do PMDB em que definiu o apoio a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que ele classificou como precipitada. O governo está ganhando tempo, porque o PMDB está botando a faca no peito do Lula: o vice é nosso. Que posição humilhante, Renan! Que convenção ridícula!, bradou Simon. 

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