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Senador pôs espião no Conselho de Ética por meio de ato secreto

O senador Magno Malta (PR-ES) foi alvo de processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado em 2005, acusado de envolvimento no escândalo que ficou conhecido como a ¿Máfia das Sanguessugas¿. O parlamentar foi absolvido, mas deixou para trás um detalhe trazido à tona hoje (20), em matéria veiculada na versão on-line do jornal O Estado de S. Paulo. Magno usou um ato administrativo sigiloso para nomear o seu então segundo suplente, o pastor evangélico Nilis Castberg, em 23 de novembro daquele ano, para trabalhar no Conselho durante o processo.

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O pastor exercia a função de assistente parlamentar no colegiado, ao salário de R$ 2,3 mil, e, segundo o jornal paulista, funcionava como uma espécie assessor secreto de Magno, sem despertar atenção. Apesar de ter sido formalizado em 23 novembro de 2005, o ato que determinou a nomeação de Nilis só foi veiculado no Boletim Administrativo do Senado em 14 de maio, assinado pelo ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia.

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