Senador pede o fim do terno e da gravata no Senado

BRASÍLIA ¿ O senador Gerson Camata (PMDB-ES) apresentará uma sugestão para que o terno e gravata deixem de ser trajes masculinos obrigatórios no Senado brasileiro.

Agência Senado |

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Fazendo alusão à onda de calor na capital federal, onde os termômetros registraram na terça-feira (28) o recorde histórico de 35,8ºC, o Senador questionou: Num país tropical como o Brasil, por que é que nós temos de nos vestir com traje europeu?.

O parlamentar elogiou a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, que em julho recomendou o uso de roupas leves a seu corpo de funcionários e ajustou a temperatura do ar condicionado de 22ºC para 25ºC. Com isso, houve, segundo o senador, economia de US$ 100 mil mensais na conta de energia elétrica.

Gerson Camata sugeriu que a administração federal se inspire no exemplo da ONU e diminua a intensidade dos sistemas de ar condicionado nos prédios públicos de Brasília. Ela também pediu que a obrigatoriedade do terno e gravata seja abolida não apenas no Senado, mas também na Câmara e em outras repartições da capital.

Para o parlamentar, as mudanças trariam economia do dinheiro público e, em tempos de aquecimento global, redução de emissões de carbono na atmosfera. Ele também observou que, no caso das mulheres - e citou especificamente as senadoras -, já há liberdade de vestimenta.

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