Senado segue Câmara e reduz cota de passagem aérea

A Mesa Diretora do Senado decidiu hoje cortar as duas passagens aéreas para o Rio de Janeiro que os senadores têm direito. Com a medida, a expectativa é de que os gastos com passagens aéreas caiam dos atuais R$ 1,3 milhão por mês para R$ 975 mil mensais.

Agência Estado |

"Deverá haver uma economia entre 25% e 30% com as passagens aéreas", disse o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), primeiro-secretário do Senado. Cada parlamentar terá direto a cinco passagens aéreas por mês. Os líderes e integrantes da Mesa que tinham uma cota maior também ficarão com cinco passagens mensais. Hoje, a Câmara anunciou um corte de 20% no valor das atuais cotas de passagens aéreas para deputados.

No entanto, a Mesa do Senado manteve a permissão para que os senadores usem sua cota de passagens como bem entender: poderão dar bilhetes para cônjuge, filhos, parentes, correligionários e assessores. "A passagem é para o parlamentar. Caberá ao senador agir de acordo com sua consciência. Quem cometer irregularidade que assuma a responsabilidade", afirmou Heráclito. O senador poderá usar ou dar para um indicado a passagem para o exterior.

A Mesa também regularizou o uso da cota de passagem e da verba indenizatória, que corresponde a R$ 15 mil por mês, para que os senadores possam alugar aeronaves e barcos. O aluguel de jatinho e embarcações só poderá ocorrer dentro do Estado do senador.

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