Sem acordo, Câmara deve estender período de votações

O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), admitiu que o projeto que cria o Fundo Soberano só deverá ser votado após o segundo turno das eleições municipais, marcado para o dia 26 de outubro. Isso porque não houve acordo entre governo e oposição sobre a votação do Fundo, dificultando a desobstrução da pauta de votações da Casa.

Agência Estado |

O governo não concordou em retirar o regime de urgência para a votação do projeto, condição imposta pela oposição para não obstruir a sessão da Câmara. Cinco medidas provisórias ainda trancam pauta de votações e os partidos de oposição concordam em votar todas elas rapidamente - para chegar à MP 442, que permite o socorro aos bancos -, desde que o governo adie a votação do Fundo Soberano. O projeto do fundo é o sexto item da pauta, com preferência de votação após as MPs. Segundo Fontana, com a obstrução da oposição, a Câmara deverá votar apenas uma MP por dia.

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