Sem Abin, debate sobre compra de terras na Amazônia é cancelado

BRASÍLIA - A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados cancelou a audiência pública prevista para a tarde desta terça-feira sobre a compra de terras da Amazônia por estrangeiros. Entre os convidados estava o diretor do Departamento de Inteligência Estratégica da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Luiz Alberto Salaberry.

Sarah Barros, Último Segundo/Santafé Idéias |

Inicialmente, a comissão contava com a participação do diretor-geral da Abin, Paulo Lacerda, afastado ontem após denúncias de grampos ilegais na gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Além de Lacerda, a comissão convidou o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart, para a reunião.

A audiência pública foi marcada com base na informação de que a Abin investiga o empresário sueco Johan Eliasch, consultor do primeiro-ministro inglês Gordon Brown, sobre envolvimento na compra ou doações de terras na Amazônia por ingleses. Na avaliação de Eliasch, para comprar toda a Floresta Amazônica, seriam necessários 50 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 81,5 bilhões).

(Com informações da Agência Câmara)

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