Seis pessoas são presas suspeitas de depredarem trens em São Paulo

SÃO PAULO - Seis pessoas foram presas, nesta quarta-feira, suspeitas de depredarem trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), além de colocar tubos, paus e pedras nos trilhos. Em razão dos atos de vandalismo, muitas composições sofreram atrasos. As informações são da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Redação |

De acordo com com a CPTM, um trem parou entre as estações Tatuapé e Brás, às 7h10,  por problemas no freio. No entanto, a empresa informou que quando o maquinista iria retornar à estação os passageiros acionaram as portas de emergência e desceram dos vagões.

Os trens que vinham logo em seguida não apresentavam problemas mecânicos. Porém, segundo a companhia, eles também não puderam retornar porque os usuários se irritaram e começaram a andar nos trilhos. Com isso, a circulação em todo o trecho foi prejudicada.

Conforme a CPTM, por volta das 10h30 o transporte foi retomado com intervalos de 20 minutos. A situação só foi totalmente normalizada apenas por volta das 14h20.

Segundo a companhia, cerca de cinco trens foram atingidos por pedras e sofreram danos.

Confusão e atraso

José Leonardo da Silva, usuário dos trens da CPTM, afirma que viu a confusão enquanto ia da estação Carrão para a Tatuapé. "Vi muitas pessoas nos trilhos e algumas jogando pedras", disse.

Ele relata que ao chegar à estação do Metrô havia muitos passageiros esperando e muitos policiais. "Achei que era um assalto". Com a aglomeração de passageiros, as linhas da CPTM apresentaram lentidão. "Cheguei com cerca de uma hora de atraso", diz.

"Tudo parado!", afirmou o internauta Jimy Inoue. "Começou quando anunciaram que a linha que parte de Guaianases em direção à Luz estava inoperante, recomendando que se utilizasse a linha que parte de Calmon Viana em direção ao Brás. Eu estava na segunda, que na estação Itaim, ficou parada por cerca de 30 minutos, e depois desse tempo, ficou mais 10 na próxima estação! E depois desse tempo todo, não passou da estação João Goulart, alegando que dali não era possível prosseguir", disse. 

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