rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS), é inevitável e vai ocorrer em poucas semanas no Estado. Ele ressalvou, no entanto, que ninguém deve entrar em pânico porque a letalidade da doença é baixa." / rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS), é inevitável e vai ocorrer em poucas semanas no Estado. Ele ressalvou, no entanto, que ninguém deve entrar em pânico porque a letalidade da doença é baixa." /

Secretário diz que epidemia de gripe no Rio Grande do Sul é inevitável

O secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, voltou a dizer hoje que uma epidemia da gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS), é inevitável e vai ocorrer em poucas semanas no Estado. Ele ressalvou, no entanto, que ninguém deve entrar em pânico porque a letalidade da doença é baixa.

Agência Estado |


O secretário admitiu ainda que, diante da nova situação, o atual sistema de contenção será trocado pelo atendimento em postos de saúde e hospitais, como sempre foi feito com a gripe comum, com a qual a população está acostumada a conviver.

Por sua posição geográfica, o Rio Grande do Sul tornou-se o Estado mais vulnerável à gripe A (H1N1) e, conforme Terra, tende a ter o maior número de casos do País. As fronteiras com a Argentina e o Uruguai, onde já há epidemias, facilitam a propagação do vírus para o Rio Grande do Sul. "Não há como controlar todas as pessoas que transitam de um lado a outro diariamente", avalia o secretário. O boletim mais recente da Secretaria da Saúde indica que o Rio Grande do Sul tinha 106 casos de gripe suína confirmados, 192 suspeitos e 86 descartados até a tarde de quinta-feira.

Entenda a "gripe suína":

Veja também:

Leia mais sobre: gripe suína

    Leia tudo sobre: gripe suínario grande do sulsaúde

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG