Secretaria terceiriza informática nas escolas estaduais

Para viabilizar a gestão das salas de informática nas escolas estaduais, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo selou um contrato de aluguel e manutenção dos computadores que prevê, entre outros pontos, soluções para dois problemas que frequentemente causam interrupções no uso dos laboratórios dos colégios da rede: a substituição rápida de máquinas quebradas e um seguro contra furtos. A ideia é que todos os computadores das unidades de ensino sejam alugados, inclusive os que funcionam em áreas administrativas.

Agência Estado |

O processo abrangerá os 3 mil colégios estaduais que têm salas de informática já montadas. O total representa 91% da rede, que possui cerca de 5 milhões de alunos matriculados. A meta da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão responsável pela infraestrutura escolar, é ampliar de 70 mil para 105 mil o número de computadores nas escolas até o final deste ano. Pelo acordo, as empresas contratadas irão cobrir ocorrências de furtos de computadores e se comprometem a substituir equipamentos com problemas em até quatro dias úteis a partir da abertura do chamado por telefone.

A principal justificativa para a terceirização é a ociosidade dos laboratórios de informática, constatada após consulta da FDE aos diretores de escolas. A terceirização vai custar ao Estado de R$ 350 milhões a R$ 400 milhões, ao longo dos quatro anos de contrato com o consórcio formado pelas empresas CTIS Informática e Diebold, vencedoras da licitação. Atualmente, todas as despesas anuais da FDE com informática chegam a aproximadamente R$ 100 milhões. Segundo a Secretaria da Educação, a prestadora de serviço irá fornecer 35 mil novas máquinas. As informações são do Jornal da Tarde .

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