Secretaria de Saúde proíbe venda de anticoncepcional Nociclin em SP

SÃO PAULO - A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo proibiu a venda da pílula anticoncepcional Nociclin a partir deste sábado em todo o Estado.

Redação com Agência Estado |

De acordo com a Secretaria, exames realizados no Instituto Adolf Lutz com 3,4 milhões de comprimidos indicaram que eles podem falhar. A absorção da pílula no organismo seria mais lenta que a necessária, não evitando a gravidez.

O resultado da análise foi encaminhado para o fabricante do medicamento, o laboratório EMS, de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que tem 10 dias para se defender.

A fabricante EMS também produz o Contracep, interditado de novembro de 2007 ao fim de 2008 por ineficácia. Na época, sete usuárias engravidaram.

O Nociclin é vendido em todo o País, inclusive no programa federal Farmácia Popular. O Ministério da Saúde enviou cinco lotes do medicamento para programas de planejamento familiar de municípios paulistas com menos de 500 mil habitantes.

O laboratório informa que cumprirá as determinações, mas que os lotes interditados do Nociclin não foram comercializados no varejo, sendo seu único destino o Ministério da Saúde. A EMS diz ainda que testes de controle internos feitos nos lotes da pílula indicaram resultados satisfatórios.

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