Nível do Cantareira permanece estável pelo quarto dia consecutivo

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Principal manancial de abastecimento de São Paulo permanece com 11,7% de sua capacidade desde o começo de março

Agência Brasil

Sem chuvas significativas, o nível do sistema Cantareira, o principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, permaneceu estável em 11,7%, pelo quarto dia consecutivo nesta quinta-feira (5). Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), tem chovido pouco no conjunto das seis represas que formam esse manancial.

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Nesses cinco dias de março, a pluviometria do Cantareira está em apenas 3,7 milímetros (mm). O volume esperado para todo o mês é de 178 mm. Mais quatro mananciais estão com o armazenamento estável: Alto Tietê (18,9%); Guarapiranga (63%); Rio Grande (85,4%) e Rio Claro (38,5%).

No Alto Cotia, houve queda com o nível passando de 40,8% para 40,7% da capacidade de operação.

Vaca caminha pela Represa Jacareí, no dia 29 de janeiro: normalmente ali teria água. Foto: Futura PressSituação calamitosa da Represa Jacareí, parte do Sistema Cantareira, no dia 29 de janeiro. Foto: Futura PressCarro no meio na Atibainha devido ao baixo nível da represa: cenário desolador. Foto: Futura PressPedalinhos inutilizados na Represa Atibainha, parte do Cantareira, em janeiro. Foto: Futura PressRepresa Atibainha, em janeiro de 2015. Foto: Futura PressLixo surge na Represa de Atibainha, em janeiro. Foto: Futura PressEm protesto contra a falta de água, governador Geraldo Alckmin é ironizado por manifestantes (26/01/2015). Foto: AP PhotoEm São Paulo, moradores organizaram uma passeata contra a falta de água. Foto: AP PhotoMoradores protestam contra a falta de água em São Paulo (26/01/2015). Foto: AP PhotoProtesto 'Banho Coletivo na casa do Alckmin', na manhã desta segunda-feira (23), em frente ao Palácio dos Bandeirantes. Foto: Futura PressFalta de água em São Paulo se agrava e motiva protestos . Foto: AP PhotoRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em setembro; veja mais imagens da situação dos reservatórios do Sistema Cantareira. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura PressSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis

Para se precaver contra a escassez de água no período de estiagem e evitar um colapso no abastecimento, o governo do estado iniciará um levantamento da capacidade hídrica do solo para estudar a possibilidade de serem perfurados 200 poços artesianos. A medida faz parte de um plano de contingência destinado a minimizar os efeitos da crise hídrica.

Conforme resolução publicada ontem (4), no Diário Oficial do Estado de São Paulo, as soluções serão estudadas em conjunto por representantes da Sabesp, da Defesa Civil, da Secretaria da Segurança Pública e de um representante dos municípios afetados, na região metropolitana. O nome deste representante deverá ser indicado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Além disso, haverá lugar  para as organizações da sociedade civil e universidades.

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