Se o Cantareira não atingir a meta, restrição será anunciada logo em seguida, segundo o governo

Reunião do Comitê de Crise Hídrica criado pelo governo Alckmin
Vitor Sorano/iG São Paulo
Reunião do Comitê de Crise Hídrica criado pelo governo Alckmin

O governo de Geraldo Alckmin (PSDB) definiu o fim de março como o prazo máximo para oficializar o rodízio de água em São Paulo. A gestão não admite que a política esteja em vigor apesar dos cortes de água já estarem ocorrendo, como revelou o iG

O rodízio será adotado se o sistema Cantareira, o maior da Região da Metropolitana de São Paulo, não atingir um determinado nível, ainda não definido, até o fim de março.

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Nesta sexta-feira (13), o Cantareira opera com 6,9% da sua capacidade, contabilizadas duas cotas do volume morto. Há outras duas disponíveis e não utilizadas, segundo o governo.

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Comitê da Crise se reúne pela primeira vez

Nesta sexta-feira (13) o Comitê de Crise Hídrica, criado pelo governo tucano há dez dias, faz a sua primeira reunião. Alckmin, cuja presença não estava prevista, compareceu ao encontro, que contou com quatro secretários de Estado e seis prefeitos, inclusive da capital.

Os secretários de Estado de Recursos Hídricos, Benedito Braga, de Energia, João Carlos Meireles, e da Casa Civil, além do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e do secretário municipal de governo, Chico Macena, participam da reunião.

A expectativa da gestão tucana é cobrar dos prefeitos o bom funcionamento dos equipamentos estaduais que estão nos municípios, como escolas e hospitais.

IMAGENS: Veja fotos da crise hídrica que atinge São Paulo e região:


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