Acordo Ortográfico hspace=4 src=http://images.ig.com.br/educacao/reforma_140x75.gif align=left vspace=3 border=0 A Polícia Civil promete uma paralisação nacional no dia 29 deste mês, caso não haja avanço nas negociações da categoria em São Paulo que está em greve há um mês. Segundo o presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia do Estado de São Paulo, João Batista Rebouças Neto, a greve voltou mais forte do que antes, após confronto entre policiais civil e militar, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, em que 24 pessoas ficaram feridas. Se não houver acordo, a paralisação será nacional, afirmou." / Acordo Ortográfico hspace=4 src=http://images.ig.com.br/educacao/reforma_140x75.gif align=left vspace=3 border=0 A Polícia Civil promete uma paralisação nacional no dia 29 deste mês, caso não haja avanço nas negociações da categoria em São Paulo que está em greve há um mês. Segundo o presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia do Estado de São Paulo, João Batista Rebouças Neto, a greve voltou mais forte do que antes, após confronto entre policiais civil e militar, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, em que 24 pessoas ficaram feridas. Se não houver acordo, a paralisação será nacional, afirmou." /

Se não houver acordo em SP, policiais civis prometem paralisação nacional no dia 29

http://educacao.ig.com.br/acordo_ortografico/Acordo Ortográfico hspace=4 src=http://images.ig.com.br/educacao/reforma_140x75.gif align=left vspace=3 border=0 A Polícia Civil promete uma paralisação nacional no dia 29 deste mês, caso não haja avanço nas negociações da categoria em São Paulo que está em greve há um mês. Segundo o presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia do Estado de São Paulo, João Batista Rebouças Neto, a greve voltou mais forte do que antes, após confronto entre policiais civil e militar, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, em que 24 pessoas ficaram feridas. Se não houver acordo, a paralisação será nacional, afirmou.

Lívia Machado, do Último Segundo |

Rebouças destacou ainda que as delegacias vão continuar atendendo apenas casos emergenciais. "Faremos tudo como recomenda a lei da greve", disse. Atualmente, na chamada "operação-padrão", as delegacias registram apenas flagrantes.

Uma reunião, marcada para a próxima segunda-feira, decidirá novas manifestações e os locais em que elas devem acontecer. "Nosso objetivo único é conversar com o governador José Serra. Ele não apresentou proposta até agora. Se fizesse isso, parávamos a greve agora", enfatizou o presidente do sindicato.

AE
Policiais civis e militares durante confronto em São Paulo na quinta-feira
Policiais civis e militares durante confronto em São Paulo na quinta-feira

Segundo a Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) a medida é em apoio à Polícia Civil em São Paulo. Em nota, a Federação Interestadual dos Policiais Civis classificou o confronto de quinta-feira de um "convarde ataque" e reiteirou que "caso não sejam tomadas as medidas políticas urgentes que atendam as justas reivindicações dos policiais civis de São Paulo (...) todas as entidades representadas pelas Federações de policiais civis do Brasil irão dar início a um movimento de paralisação das atividades de polícia em todo território nacional, que terá duração inicial de 24 horas, podendo ser prorrogada".

Futuro da greve

Após um mês de greve, os líderes das associações e sindicatos de policiais de São Paulo não sabem de que forma retomar a negociação com o Estado. Na semana passada, a categoria suspendeu a paralisação por 48 horas, na tentativa de dialogar com o governo. A expectativa era de que fosse feita uma nova proposta. O que não ocorreu.

AE
"Aconteceu o que mais temíamos. Eu havia alertado o senadores Sérgio Guerra (PSDB), Aloizio Mercadante (PT) e Romeu Tuma (PTB), anteontem, de que era preciso negociar. Estamos em uma crise profunda. Não sabemos ainda as conseqüências que ela terá", afirmou o delegado Sérgio Marcos Roque, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, a maior e até então mais representativa entidade da Polícia Civil.

O problema é o índice de reajuste dos salários. O governo propõe aumento linear de 6,2% a policiais civis da ativa, aposentados e pensionistas; aposentadoria especial; reestruturação das carreiras com a eliminação da 5ª classe e a transformação da 4ª classe em estágio probatório; e a fixação de intervalos salariais de 10,5% entre as classes. O governo diz ainda que quer reajustar em 38% o salário base dos delegados.

Os delegados consideram a proposta "ridícula", pois o reajuste de 38% só seria dado a poucas dezenas de policiais que ganham o piso e estão em estágio probatório. O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado (Sindpesp), José Leal, contestou. "O governo não procurou os policiais para discutir a questão da reestruturação", diz. Segundo ele, os profissionais perdem os adicionais quando se aposentam. Portanto, uma decisão que só favoreça quem está na ativa não agrada.

(*colaborou Daniel Gonçalves, do Último Segundo)

Veja imagens do confronto:


Análise:

Mais notícias:

Leia mais sobre: greve

    Leia tudo sobre: pm

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG