Saúde vira tema político nos Estados Unidos

As recomendações para adiar a mamografia e o exame de papanicolau alimentam o intenso debate que ocorre nos Estados Unidos sobre a reforma do sistema de saúde. O governo do presidente Barack Obama pretende criar uma alternativa para os cerca de 40 milhões de norte-americanos que não são cobertos pelos seguros de saúde.

Agência Estado |

Nos EUA não existe a previsão legal de assistência gratuita a todos, como no Brasil.

No início deste mês, a Câmara do país aprovou um projeto que pretende estabelecer um sistema também para a população hoje descoberta, subsidiado pelo governo e por mensalidades pagas pelos cidadãos a seguradoras privadas ou a um plano público. A proposta vai agora ao Senado.

A oposição, no entanto, aponta que o governo criará restrições aos que são hoje cobertos, idosos e os mais pobres, para dar conta dos novos usuários. Quando as novas recomendações sobre saúde da mulher surgiram, foram associadas diretamente à suposta necessidade de cortar custos. O governo negou, no caso das mamografias, e afirmou que os médicos continuavam com autonomia para a recomendação dos exames. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

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