O Ministério da Saúde vai investir R$ 193 milhões na construção de 126 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em todo o País. De acordo com informações do ministério, a medida visa melhorar a gestão das urgências e emergências e desafogar as filas nos hospitais.

“A meta é acabar com a superlotação de hospitais, reduzir as filas de espera para o atendimento médico e prestar um atendimento de urgência altamente qualificado”, afirma o ministro José Gomes Temporão durante cerimônia de lançamento, sexta-feira, no Rio.

Segundo o ministério, a proposta das UPAs é prestar atendimento emergencial de baixa e média complexidade 24 horas por dia e atender às diversas demandas da população. As unidades devem funcionar especialmente à noite e aos fins de semana, quando a rede básica e o Programa Saúde da Família não funcionam.

As UPAs recebem a população e avaliam cada situação. Os pacientes podem ser tratados e liberados, permanecer em observação por até 48 horas ou ser removidos para um hospital. Nestes casos, as UPAs fazem o primeiro atendimento, a estabilização e o diagnóstico que vai definir a necessidade de encaminhar o paciente para uma unidade hospitalar.

A implantação das novas UPAs vai privilegiar regiões metropolitanas com, no mínimo, 50 mil habitantes, locais onde existe a rede SAMU implantada, municípios onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é baixo e o atendimento hospitalar é precário. Atualmente, existem 81 UPAs em oito Estados (PA, RJ, SE, BA, PR, ES, MT, TO). As informações são do site do Ministério da Saúde .

AE

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