BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) enviou carta a todos os senadores rebatendo rumores de que teria beneficiado a empresa de seu http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/06/25/empresa+de+neto+de+sarney+opera+em+esquema+suspeito+6940938.html target=_topneto, José Adriano Sarney, a Sarcris, que operou na intermediação de crédito consignado a servidores da Casa. No texto Sarney pede ¿um pouco de atenção¿ a seus pares para ¿repor a verdade dos fatos¿.

Agência Senado
Sarney luta para se manter no cargo
No mesmo dia da publicação da reportagem [do Jornal O Estado de S. Paulo], quinta feira, o HSBC divulgou uma nota que, lamentavelmente, não mereceu o mesmo destaque da falsa denúncia. Nela, o banco esclarece a cronologia dos fatos e os modestos resultados empresariais que, por si só, calam quaisquer insinuações de favorecimento.

O documento, ao contrário da reportagem, diz que antes da Sarcris ser parceira do HSBC no negócio de crédito consignado a servidores do Senado, o banco já havia obtido autorização para negociar na Casa.

Sarney diz ainda que a empresa de seu neto operou num momento em que ele não ocupava nenhum cargo de direção e que quando foi alçado à presidência da Casa o contrato da Sarcirs com o HSBC já havia sido extinto.

[A licença] para operar em crédito consignado com o HSBC foi em maio de 2005 quando eu não ocupava nenhum cargo na Casa. (...) a Sarcris, começou a operar em 11 de setembro de 2007, portanto, dois anos depois da autorização. (...) Quando assumi a presidência em fevereiro, a Sarcris já estava descredenciada pelo HSBC e não operava  mais no Senado.

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