Sarney afirma que vai cortar salário de funcionários não cadastrados

BRASÍLIA ¿ O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), assegurou, nesta quinta-feira, que medidas já estão sendo tomadas para verificar o motivo de cerca de 800 funcionários não se recadastrarem a tempo na intranet da Casa.

Camila Campanerut, repórter em Brasília |

O senador alega que os números são menores que os apontados pelo primeiro vice-presidente, Marconi Perillo (PSDB-GO), que encaminhou nesta quarta-feira um requerimento à Mesa Diretora, pedindo a suspensão do salário de 828 servidores que não responderam ou não concluíram seu recadastramento. O prazo para responder o censo do Senado se encerrou na última sexta-feira.

Parece que não são 882 vagas. Erraram no computador na hora. Não confirmaram o envio, mas os que forem remanescentes que não tem apresentado, nós mandaremos cortar os vencimentos até que eles possam ser recadastrados a partir deste mês, confirmou Sarney, já respondendo ao pedido do senador tucano.

No entanto, a Secretaria de Recursos Humanos do Senado já ampliou até a próxima segunda-feira (26) o prazo para o preenchimento dos dados.

Questionado se o não cadastramento de centenas de servidores poderia representar a existência de funcionários-fantasmas, Sarney se atrapalhou, mas prometeu providências.  Se existirem nós vamos demitir", disse, rindo. "Funcionário-fantasma não se pode demitir. Pelo menos nós vamos procurar saber. Quem for pessoa nomeada e não trabalhar será imediatamente demitida", afirmou.

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