São Paulo tem arrecadação recorde com transportes

A venda de passagens de ônibus e de peruas, incluindo as recargas de créditos do bilhete único e os vales-transporte comprados por empresas, geraram no primeiro trimestre uma arrecadação recorde à São Paulo Transporte (SPTrans). E o valor repassado dos subsídios - o pago às empresas pelas gratuidades - aumentou: foram repassados este ano R$ 208 milhões às dez viações da capital até o dia 12; no mesmo período de 2008, foram R$ 148 milhões.

Agência Estado |

Questionado sobre a tarifa, o secretário de Transportes, Alexandre de Moraes, afirmou ontem na Câmara que já está definida a data do reajuste - desde novembro de 2006 não há aumento. “A tarifa a R$ 2,30 tem validade até o dia 31 de dezembro. No dia 1º de janeiro, haverá o aumento”, respondeu aos vereadores, sem adiantar valor. Na avaliação de técnicos da SPTrans, o aumento nas vendas de créditos e os R$ 600 milhões em subsídios previstos para o ano devem segurar a tarifa a 2,30. O governo também ofereceu às empresas a possibilidade de 7% de reajuste sobre o valor médio pago por passageiro transportado.

Se o acréscimo for ratificado, as empresas devem receber R$ 300 milhões a mais pelas 2,850 bilhões de viagens previstas. Mesmo com a demanda de passageiros inalterada, o crescimento nas vendas foi de 20,73%, em comparação com o primeiro trimestre de 2008, quando foram obtidos R$ 516.977.056. Segundo Moraes, isso ocorreu com o combate às fraudes dentro das cooperativas, sazonalidade e a restrição ao uso do bilhete único sem crédito. “Tivemos um aumento das catracadas, mas não da demanda (do número de passageiros)”, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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