São Paulo recebe terceira edição do Festival de Teatro Infanto-Juvenil

SÃO PAULO ¿ Se o teatro feito para crianças e jovens há muito já deixou de ser considerado arte menor, ainda há quem confunda atores com professores, cobrando do teatro pedagogia explícita. Essa fronteira entre arte e educação, difícil de definir, será um dos temas em debate no 3º Festival Internacional de Teatro Infanto-Juvenil: Uma Janela para a Utopia, que tem início hoje em São Paulo.

Agência Estado |

Divulgação

Banda Mirim apresenta "Sapecado", descrito com um um musical caipira "infanto-senil"

Durante sete dias, grupos do Brasil, da Bélgica, Alemanha e Suíça farão 37 apresentações de montagens cuidadosamente selecionadas por Amauri Falseti e Aglaia Pusch, artistas há 25 anos dedicados ao teatro infanto-juvenil e fundadores da Paidéia Associação Cultural. Realizada pela Paidéia, essa terceira edição ganhou apoios importantes, entre eles da Secretaria de Estado da Cultura, do Programa Municipal de Fomento ao Teatro, da Caixa Econômica Federal e do Instituto Goethe, e assim tem sua programação ampliada.

"Pela primeira vez as sessões não ficarão restritas à sede da Paidéia. O festival vai também para praças e ruas de Santo Amaro e para o Centro Cultural Monte Azul, o que nos deixa muito felizes", diz Falseti. Na mostra há espetáculos brasileiros de carreira premiada como "Sapecado", da Banda Mirim, e "Buuu! A Casa do Bichão", das Meninas do Conto.

É uma bela oportunidade quem não viu na temporada. Há desde espetáculos para os muitos pequenos, recomendados para idades que vão de 2 a 5 anos, até os voltados para jovens a partir de 14 anos. Os pais podem conferir as indicações de faixa etária e a programação do festival no site da Paidéia .

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