São Paulo planeja seis monotrilhos em quatro anos

O governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura optaram pelo monotrilho para ampliar o sistema de transporte público. São seis os projetos, que somam 110 quilômetros, a serem concluídos a partir de 2010 e até 2013, com custo estimado entre R$ 7,7 bilhões e R$ 10,4 bilhões.

Agência Estado |

A licitação para execução, fornecimento e instalação de projeto, da obra civil, dos sistemas e dos trens para o prolongamento da Linha 2-Verde da Companhia do Metropolitano (Metrô), no trecho Vila Prudente-Cidade Tiradentes, foi lançada há duas semanas, embora não tenha ainda estudo de impacto ambiental e de impacto na vizinhança.

As outras linhas são a de ligação entre o Jardim Ângela e a Vila Olímpia (M’Boi Mirim) e a da Linha 17-Ouro, que ligará numa primeira etapa o Aeroporto de Congonhas e a Estação São Judas do Metrô e depois tem previsão de ir até a Avenida Roberto Marinho. Há ainda a Linha 16-Prata (Vila Nova Cachoeirinha-Lapa), a ligação entre a Vila Sônia e a zona sul, além do Celso Garcia, que já foi lançado como corredor e deve virar monotrilho, entre o Parque d. Pedro II e o Itaim Paulista.

O monotrilho é um sistema de transporte considerado de média capacidade, que hoje existe em vários países. Seu custo de implementação é mais barato que o do metrô convencional (subsolo), mas mais caro que o de um corredor de ônibus. A proposta na capital é que seja suspenso em pilares de 12 a 15 metros de altura erguidos no meio-fio de grandes avenidas. Isso evitaria desapropriações e teria execução mais rápida. "A adoção do monotrilho requer menos desapropriações e interferências no trânsito", explica o diretor de Assuntos Corporativos do Metrô, Sérgio Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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