São Paulo imuniza 3,6 milhões de pessoas até as 15h

O Estado de São Paulo vacinou, até as 15 horas deste sábado, 2.225.564 paulistas contra a rubéola e 1.423.130 contra a paralisia infantil (veja resultados regionais abaixo), totalizando 3.648.694 imunizados nos 645 municípios. Do total de vacinados contra a rubéola, 1.010.267 foram homens e 1.215.297, mulheres.

Redação |

Somente contra a poliomielite, a Secretaria de Estado da Saúde pretende imunizar 2,9 milhões de crianças menores de cinco anos. A segunda fase da Campanha de Vacinação contra a Paralisia Infantil aconteceu somente neste sábado em mais de 15 mil postos fixos e volantes à disposição da população. 

Já a campanha contra a rubéola vai até 12 de setembro e pretende imunizar 13,5 milhões de paulistas entre 20 e 39 anos de idade, o que representa 95% do total de pessoas nessa faixa etária que vivem nos 645 municípios do Estado.

Todos os homens e mulheres deverão procurar os postos de saúde até o dia 12 de setembro, das 8h às 17h (exceto finais de semana), para receber uma dose da vacina dupla viral, que protege também contra o sarampo. Cerca de 15 mil postos fixos e volantes estarão à disposição da população no período. Haverá em torno de 57 mil profissionais de saúde e 4 mil carros envolvidos na operação.

Em 2007 foram registrados no Estado de São Paulo 1.659 casos de rubéola, dos quais 1.122 (68%) em homens, segundo balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), órgão da Secretaria. Foi o número mais alto da doença desde 2000, quando 2.566 paulistas contraíram a doença. Em 2006 foram 66 casos. De janeiro a maio deste ano houve 329 notificações de rubéola, das quais 210 em homens.

A incidência maior da doença entre homens é ainda mais acentuada na faixa entre 20 e 29 anos, responsável por 50,5% dos casos masculinos em 2007. Já os homens de 30 a 39 anos de idade responderam por 28,6% das ocorrências. Nas mulheres a incidência é similar dos 20 aos 39 anos, público-alvo da campanha.

Desde 2.000 a vacina contra a rubéola faz parte do calendário nacional de imunização e é aplicada gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A primeira dose deve ser tomada com 12 meses de vida, com reforço entre 4 e 6 anos de idade. A Secretaria também indica a vacinação para qualquer pessoa nascida a partir de 1960 que não tenha recebido nenhuma dose anterior, mas durante a campanha o foco serão os homens e mulheres entre 20 e 39 anos.

Já a vacinação contra a paralisia infantil para as crianças é importante porque, embora a doença esteja erradicada do Estado de São Paulo desde 1988, e do Brasil desde 1989, o vírus transmissor ainda circula no mundo, principalmente na Nigéria, Paquistão, Índia e Afeganistão.

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