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Santos tem 46% de viagens não motorizadas, diz estudo

A primeira Pesquisa Origem e Destino da Baixada Santista realizada na Baixada Santista pela Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo mostrou a quantidade significativa de deslocamentos não motorizados (principalmente a pé e de bicicleta) nos nove municípios da região: das 2.079.

Agência Estado |

516 viagens realizadas diariamente na Baixada, 54% são motorizadas e 46% não motorizadas. Os resultados da pesquisa foram divulgados hoje em Santos (SP).

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, explicou que são consideradas viagens todos os deslocamentos acima de 500 metros que não sejam para o trabalho ou escola, nesses casos, quaisquer distâncias estão incluídas no critério. Iniciado em 2006, o estudo realizou 26 mil entrevistas em 8.300 domicílios a um custo de R$ 872 mil. A região foi dividida em 188 zonas de acordo com a densidade demográfica.

A pesquisa mostra que dos mais de dois milhões de viagens diárias realizadas na região, 661 mil são a pé e 303 mil de bicicleta; em terceiro lugar aparecem as viagens em ônibus municipal, 339 mil; e em quarto dirigindo o automóvel, com 249 mil. Das viagens motorizadas, 62% são em transporte coletivo e 38% individual.

Considerando o motivo da viagem, o estudo mostra que 49% dos deslocamentos são para o trabalho e 40% para o estudo. Na seqüência aparece lazer com 6%, saúde com 3%, e compras com 2%. Entre os usuários das bicicletas, 54% deles utilizam o veículo para ir trabalhar e 42% para o estudo, restando 4% para lazer e outras atividades.

Portella destaca que o resultado do número de viagens de bicicleta mostra que a Baixada está "à frente" da Região Metropolitana de São Paulo, onde apenas 0,7% das pessoas utilizam as bicicletas como meio de transporte - na Baixada o número corresponde a 15%. "O resultado que mais me agradou foi o da bicicleta. Essa vai ser a grande política nossa em São Paulo também. Para melhorar a vida das pessoas, tem que retirar o carro da rua", disse o secretário, lembrando da importância da pesquisa como instrumento de planejamento.

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