em processo de estagnação." / em processo de estagnação." /

Saída de Marina reduz credibilidade ambiental do Brasil, sugere Economist

SÃO PAULO - A revista britânica Economist diz que a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente tornará mais difícil para o governo Lula convencer os observadores da Amazônia de sua determinação de reduzir o ritmo de desmatamento. Em entrevista nesta quinta-feira, Marina Silva, disse que deixou o cargo porque estava http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/05/15/e_fundamental_que_nao_tenhamos_retrocessos_diz_marina_silva_1311799.html target=_blankem processo de estagnação.

Redação |

A publicação atribui o pedido de demissão de Marina Silva ao fato de ela ter se tornado "farta" de tantas perder em disputas com seus colegas de ministério.  

A reportagem é ilustrada por uma foto de Marina Silva com a legenda: "A campeã da floresta tropical derrotada".

Entre as derrotas que a revista atribui à ex-ministra, estão a disputa com Dilma Rosseuf (Casa Civil) em torno das licenças ambientais para as hidrelétricas do rio Madeira e a polêmica com o Ministério da Agricultura sobre uso de terras amazônicas para plantação.

O texto menciona ainda como fatores que contribuíram para demissão de Marina Silva a aprovação do plantio de vegetais transgênicos e a indicação de Roberto Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) como coordenador do Programa Amazônia Sustentável.

Na avaliação da revista, ao deixar o governo neste momento, Marina Silva "mantém sua reputação intacta".

O artigo ¿ escrito antes da confirmação da escolha de Carlos Minc para o cargo vago ¿ termina afirmando que ela é uma figura difícil de substituir.

(Informações da BBC Brasil)

Mais sobre a entrevista de Marina Silva:

Leia também:

Leia mais sobre: Marina Silva - Ministério do Meio Ambiente

    Leia tudo sobre: marina silva

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG