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Sabatina Estadão: Freeway é meu sonho , diz Maluf

O candidato do PP à Prefeitura de São Paulo, Paulo Maluf, afirmou hoje que a Freeway, com a criação de novas faixas expressas de tráfego nas marginais Pinheiros e Tietê, é o projeto de seus sonhos. Antes eu não tinha o orçamento, agora dá, se for eleito, me cobrem, afirmou, entregando o projeto da obra a um dos jornalistas presentes, durante sabatina promovida hoje pelo Grupo Estado .

Agência Estado |

Segundo ele, com a Freeway, as marginais passarão de seis para 12 faixas de tráfego de cada lado. "Nós vamos fazer as paredes verticais do rio e, no que sobra de espaço, vão ser seis faixas de tráfego de cada lado, ou seja, 12 faixas no total."

Ele aproveitou para criticar a obra feita durante gestão do adversário do PSDB, Geraldo Alckmin, no rio Tietê. E alfinetou: "Se eu tivesse que orientar um cirurgião, eu chamaria o Alckmin. Agora, se é para construir uma obra de engenharia, chame o Paulo Maluf", disse.

Maluf também declarou que a candidata do PT à Prefeitura, Marta Suplicy, perdeu a eleição municipal em 2004 para José Serra (PSDB) porque "a população achou que ela não foi a prefeita dos sonhos". De acordo com ele, o fato da adversária não ter investido no Metrô pesou na avaliação dos eleitores.

Questionado sobre sua famosa declaração "Estupra mas não mata", justificou que a frase foi dita num contexto, numa conferência em Belo Horizonte, onde dizia que o estupro era um crime hediondo, e que o estupro seguido de morte mereceria prisão perpétua. "Se tem alguém que adora defender as mulheres, é o Paulo Maluf", argumentou, declarando que vive com a mesma mulher há 53 anos, tem duas filhas e oito netas.

Sobre o fato de aparecer muito pouco em seu programa eleitoral gratuito de televisão, justificou: "Tenho que mostrar dados", referindo-se à constante comparação que faz entre o orçamento usado por ele durante a administração municipal de 1992 a 1996 e pelos prefeitos que o sucederam. "Não costumo atacar ninguém, costumo contar fatos", defendeu.

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