Ruralistas negam escravidão e criticam governo

Representante dos ruralistas e das usinas de cana do País criticaram a atuação do Grupo Móvel de Fiscalização e disseram que o trabalho nas fazendas radicaliza e transforma meras falhas trabalhistas em crime. O presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antonio Nabhan Garcia, afirmou que alguns setores do governo Lula têm ódio dos setores produtivos.

Agência Estado |

"Pode ser que alguns casos existam irregularidades trabalhistas, mas essa coisa de escravo não existe."

O diretor de comunicação da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), Adhemar Altieri, disse que o trabalho do Grupo Móvel transforma as operações em "espetáculos, condenando inocentes". Segundo ele, a cana emprega 900 mil pessoas no País e os problemas foram identificados em 0,2%. "É uma farsa dizer que a cana é o maior problema. Eles focam as operações no setor". As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

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