Roubo com morte cresce em SP, aponta Secretaria

SÃO PAULO - Os recentes episódios de roubos com mortes engrossam estatísticas divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública a cada trimestre. A capital paulista e região metropolitana registraram de janeiro a setembro deste ano 91 casos de latrocínio - roubo seguido de morte - contra 56 em igual período do ano passado.

Agência Estado |

Em pelo menos seis casos investigados, o ladrão não foi preso.

Um dos crimes de maior repercussão foi o de Jean Kontouriotis. Em agosto, ao meio-dia, ele deixava a agência da Caixa Econômica Federal na Avenida Sumaré, zona oeste da cidade, quando foi baleado no tórax depois de se negar a entregar uma maleta com dinheiro.

Na noite de domingo, Gustavo Gomes Matarazzo, de 34 anos, superintendente adjunto do Citibank, foi assassinado no portão de casa, no bairro do Tatuapé, zona leste de São Paulo. Ele foi abordado por dois homens quando entrava em casa de carro.

A Polícia Civil acredita que Matarazzo foi morto durante uma tentativa de assalto e descartou crime de vingança. Em dois dias, foram duas mortes semelhantes provocadas por tentativa de roubo. Na sexta-feira, a médica Nadir Oyakawa, de 54 anos, foi executada com dois tiros em seu carro na frente da casa da irmã. O caso ocorreu no bairro Rio Pequeno, zona oeste da capital paulista, depois de a vítima buzinar ao perceber a presença dos assaltantes. As informações são do "Jornal da Tarde".

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