Robbie Williams admite que analgésicos quase o mataram

LONDRES ¿ O cantor britânico Robbie Williams, que em novembro lança o álbum Reality Killed the Video Star, confessou que, nos últimos anos, o vício em analgésicos deixou-o várias vezes cara a cara com a morte.

EFE |

Os problemas de Williams com as drogas, que começaram ainda no anos 1990, quando fazia parte da banda Take That, não são nenhum segredo.

Mas esta foi a primeira vez em que o cantor falou abertamente sobre como a dependência mergulhou-o em um estado de "semi-inconsciência" e o fez ficar indiferente à vida.

Em entrevista publicada hoje pelo tabloide "The Sun", Williams afirmou que o inferno começou pouco depois que se instalou em Los Angeles (EUA), em 2002. Foi nessa época que, por recomendação médica, ele começou a tomar Vicodin, um analgésico muito forte e que vicia facilmente.

O cantor contou ainda que, em uma só noite, chegou a tomar 20 comprimidos de Vicodin com medicamentos como o Adderall, usado por quem sofre de narcolepsia, ou o Sativa, que ameniza os efeitos da quimioterapia.

Esse coquetel, segundo o artista, acompanhou-o até fevereiro de 2007, quando Williams se internou em um centro de desintoxicação no mesmo dia em que fazia 33 anos.

"Um dia marquei um compromisso com meus agentes, mas tinha me drogado tanto na noite anterior que não consegui sair do sofá. Então eles apareceram em meu apartamento e pensei: 'Hoje é o dia em que tenho que parar com tudo isto'", declarou o cantor.

Passados dois anos, Williams disse que voltou a vencer as drogas e incentivou a também britânica Amy Winehouse a fazer o mesmo: "Parece que Amy está nessa fase em que não se importa com nada. Isso é muito triste, porque ela é uma artista fenomenal".

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