Tenente nega participação na morte da juíza Patrícia Acioli

Segundo advogado do PM, não há provas contra ele

Agência Brasil |

Reprodução Facebook
Patrícia Acioli tinha 47 anos e foi morta quando chegava em sua casa, em Niterói
Um dos três acusados de matar a juíza Patrícia Acioli no mês passado, em Niterói, na região metropolitana fluminense, o tenente Daniel Benitez negou envolvimento no crime durante depoimento de mais de três horas nesta terça-feira (13).

Segundo o advogado do policial, Saulo Salles, o cliente se disse inocente. “Ele negou a autoria e vamos comprovar isso na marcha do processo. Não tem nenhuma prova. É inocente de todas as acusações”, disse.

Salles declarou que Benitez estava perto do Fórum de São Gonçalo no dia do crime e que ligou para a advogada que o defende em um outro processo sobre a morte de um rapaz, em um caso registrado como auto de resistência, ou morte em confronto.

“Ele entrou em contato com a advogada e ela informou que a juíza [Patrícia Acioli] iria decretar a prisão dele e dos outros indiciados em um possível auto de resistência que se transformou em um processo de homicídio. A advogada estava no fórum, então ele foi ao encontro dela para tentar entrar em contato.”

O advogado disse ainda que o tenente negou ter estado próximo ao condomínio onde a juíza morava,

em Niterói. “Agora vamos esperar a autoridade policial se manifestar, e vamos combater com os recursos cabíveis.”

O depoimento terminou por volta das 17h, quando começou a ser ouvido outro policial, um cabo, acusado de envolvimento no crime. Também está marcado para hoje o depoimento de outro militar suspeito.

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