Rio de Janeiro amanhece com tempo chuvoso

Por causa do mau tempo, aeroportos operam com auxílio de instrumentos. Metrô teve problemas de falta de energia elétrica

iG Rio de Janeiro |

Custódio Coimbra/Agência O Globo
O Aterro do Flamengo, na zona sul, foi um dos lugares atingidos pela chuva no Rio
Após vários dias seguidos de sol, a cidade do Rio de Janeiro amanheceu nesta terça-feira (10) com tempo chuvoso.

Devido ao mau tempo, os aeroportos Santos Dumont, no centro e Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, na zona norte, operam com auxílio de instrumentos nesta manhã.

Segundo o Sistema Alerta Rio da Prefeitura, chove moderadamente no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, Alto da Boa Vista, na zona norte e Copacabana, na zona sul. Em outros 25 bairros, há registro de chuva fraca.

Houve transtornos no metrô, que chegou a ter o tráfego interrompido na Linha 2 por alguns minutos (entre 8h10 e 8h27) em razão da falta de energia elétrica entre as estações de São Cristóvão e Triagem.

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é que a cidade fique com tempo nublado e parcialmente nublado com a possibilidade de chuviscos isolados. A temperatura máxima prevista é de 27 ºC e a mínima, de 15 ºC.

Ressacas

Depois de três dias seguidos com ressaca nas praias cariocas, o Centro de Hidrografia da Marinha informou que o fenômeno não deve se repetir pelo menos nos próximos cinco dias. Segundo o órgão, as ondas chegaram até 3,5 metros no último fim de semana.

De acordo com a Marinha, a última grande ressaca no Estado ocorreu em abril de 2010 quando houve registro de ondas com altura de mais de quatro metros na praia da Barra da Tijuca, na zona oeste. Na ocasião, houve registro danos materiais em algumas embarcações na Marina da Glória, na zona sul.

O Centro informou que, embora as ondas deste último fim de semana tenham sido inferiores a de abril do ano passado, a ressaca foi a que causou o maior número de vítimas nos últimos anos já que três pessoas morreram. As vítimas foram um pescador e duas turistas (uma paulista e uma mineira) que estavam na praia da Joatinga, na zona oeste.

Segundo a Marinha, avisos sobre a ressaca foram disseminados com antecedência de mais de 36 horas, para diversos órgãos, como Defesa Civil, capitanias, delegacias e Agencias Navais, além dos Grupamentos Marítimos do Corpo de Bombeiros. Entretanto, de acordo com o órgão, muitas pessoas por curiosidade costumam subestimar os riscos.

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