Psicóloga deixou bilhete para família antes de sumir

A psicóloga Karen Tannhauser havia escrito um bilhete de despedida, informou a polícia

iG Rio de Janeiro |

Arquivo Pessoal
Psicóloga Karen Tannhauser deixou um bilhete antes de desaparecer; ela ficou escondida por quase três dias no prédio onde mora
A psicóloga Karen Tannhauser, de 37 anos, que passou três dias desaparecida e foi encontrada dentro do porta-malas do carro do síndico do prédio em que mora, havia escrito um bilhete de despedida, informou na tarde desta terça-feira (4) a polícia.

A moça havia deixado em sua agenda o seguinte recado: "Eu não me acho no direito de ser feliz. Mas não levo ninguém junto. Vivam suas vidas e nunca se culpem".

 Karen havia sumido em 31 de dezembro e as câmeras de segurança do condomínio em que mora só registravam a entrada dela no edifício, mas não a saída.

Ela só foi encontrada na tarde de ontem, suja e em estado de choque. Segundo a polícia, ela passou os três dias perambulando no prédio.

Psicóloga foi encontrada em porta-malas após três dias

Desaparecida desde sexta-feira (31), a psicóloga Karen Tannhauser foi encontrada na tarde desta segunda-feira (2) dentro do porta malas do carro da síndica na garagem do edifício onde mora, em estado de choque. O prédio fica no Jardim Botânico, bairro da zona sul do Rio.

Segundo policiais, a psicóloga estava perambulando pela garagem do prédio e só entrou na mala do carro, um Palio Weekend, na tarde desta segunda-feira.

A síndica teria deixado o porta malas meio aberto, o que possibilitou que Karen, que é pequena e magra, se escondesse lá. Foi o marido da síndica que encontrou a psicóloga quando ia buscar uma caixa de ferramentas no veículo.

"Ela está viva e acordada. Se está bem é o que vamos ver depois", disse uma mulher que apenas se indentificou como parente de Karen.

Nesta terça-feira, Karen foi ao IML (Instituto Médico Legal), a pedido da polícia, para realizar exames toxicológicos e de corpo de delito. Apesar de já darem o caso como praticamente encerrado, os investigadores querem descartar qualquer possibilidade de crime.

* Com informações da Agência Estado

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