Promotoria do Rio pede inquérito sobre falso coronel

Carlos da Cruz Sampaio Junior teria participado de uma blitz que resultou na morte de um assaltante

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O promotor da 30ª Promotoria de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos do Rio de Janeiro, Sauvei Lai, requisitou a instauração de inquérito sobre participação de um falso militar em uma blitz, em agosto, que resultou na morte de um assaltante. 

O pedido foi feito para que seja aberta a instauração de inquérito policial para apurar a participação do falso tenente-coronel Carlos da Cruz Sampaio Junior. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) determinou o indiciamento de Cruz pelos crimes de falsa identidade e porte ilegal de arma de fogo. 

O promotor também dá o prazo de 90 dias para o cumprimento de uma série de investigações. Ele requer também que a delegacia realize a oitiva de todos os policiais militares que participaram da blitz. O objetivo é apurar as circunstâncias de tempo, lugar e modo de execução dos dois crimes imputados ao falso PM e outras infrações eventualmente cometidas naquela ocasião. 

Lai pede ainda a identificação da arma de fogo de cano longo usada pelo investigado, que aparece em uma foto publicada pelo jornal "Extra". O armamento deve ser apreendido e periciado. Uma perícia também deve ser realizada nos documentos adulterados portados pelo falso coronel.

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