Polícia investiga se cabo do Bope foi morto por milícias

Nascimento estava em um bar quando foi alvo de uma rajada de tiros no Rio de Janeiro

AE |

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga se o cabo Alessandro Costa Lopes do Nascimento, de 32 anos, foi morto por milicianos de Campo Grande, na zona oeste do Rio, na noite de réveillon. Ele era membro do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar.

Nascimento foi assassinado junto com o primo Leonardo Lopes da Silva, de 37 anos. Os dois estavam em um bar e foram alvejados por homens que desceram de um carro e atiraram. Os dois morreram na hora. Eles estavam no conjunto habitacional Santa Maria, região sob domínio de grupos paramilitares.

Ontem, em Irajá, na zona norte da cidade, um sargento do 5º Batalhão de Polícia Militar foi morto na porta de casa por assaltantes. Ele entregou as chaves do veículo, mas foi identificado como policial e executado pelos criminosos. O policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu. A Divisão de Homicídios também investiga o caso.

Outro caso que será investigado pela delegacia especializada é a morte de um homem ainda não identificado na Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte do Rio. A região está ocupada pela Força de Pacificação, integrada por policiais e militares do Exército. O corpo foi encontrado em uma das ruas de acesso à favela. O Comando Militar do Leste não forneceu mais detalhes sobre o caso.

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