Plano de alerta e prevenção não tem autorização de gastos

Projeto aprovado por Dilma prevê mapeamento de 800 áreas de risco e compra de 15 radares meteorológicos e 700 pluviômetros

AE |

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Mais de 24h depois do anúncio oficial, a criação do Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais seguia na terça-feira sem autorização de gastos para começar a sair do papel. O projeto aprovado pela presidente Dilma Rousseff (PT) prevê a compra de 15 radares meteorológicos e 700 pluviômetros, além de um complexo mapeamento de 800 áreas de risco do País.

Para começar a funcionar na próxima temporada de chuvas, o sistema vai precisar de autorizações extras no Orçamento de 2011, no momento em que o governo analisa cortes de gastos. Responsável pelo plano, o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, não divulgou estimativas. Na reunião com Dilma, falou-se em R$ 480 milhões.

O mapeamento das áreas de risco exigirá aeronaves equipadas com sensores a laser, segundo o projeto ao qual o Estado teve acesso. O documento sugere a convocação de Batalhões de Engenharia do Exército para o trabalho, que o texto chama de tarefa "hercúlea". O Ministério da Integração Nacional encomendou um levantamento das áreas de risco à Universidade Federal de Santa Catarina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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