PF apura se derrubada de paredes estruturais fez prédio cair no Rio

Operários que participavam de obra em edifício que desabou em janeiro disseram ter retirado ao menos quatro colunas estruturais

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Equipes de resgate fazem buscas por vítimas entre os escombros de prédios que desabaram em janeiro, no Rio
Quatro operários que trabalhavam em uma obra no 9º andar do edifício Liberdade, que desabou no centro do Rio de Janeiro no dia 25 de janeiro matando ao menos 17 pessoas e deixando cinco desaparecidas, disseram em novo depoimento na PF (Polícia Federal) nesta terça-feira (3) que pelo menos quatro paredes estruturais foram derrubadas na época.

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A PF apura se a suposta retirada destas colunas teria provocado o desmoronamento do prédio, que atingiu outros dois menores.

A obra no 9º andar era de responsabilidade da empresa Tecnologia Organizacional (T.O), que ocupava também outros andares do edifício.

Um dos advogados da firma negou a informação dos operários e disse que as colunas retiradas eram apenas divisórias.

Dias depois do desabamento, representantes da T.O chegaram a dizer que iniciaram a obra sem um laudo técnico e que a planta da obra havia sido desenhada por uma funcionária que não era arquiteta.

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