"Não sei se tinha um engenheiro responsável", diz o sobrevivente

Alexandro dos Santos voltou à Câmara dos Vereadores na Cinelândia para prestar solidariedade aos familiares dos desaparecidos

Mariana Sant'Anna, iG Rio de Janeiro |

Priscila Bessa / iG
O sobrevivente Alexandro dos Santos e sua mãe Ioneida da Silva Fonseca
Alexandro dos Santos , de 31 anos, voltou à Câmara dos Vereadores, no centro do Rio, na manhã dessa sexta-feira (27) para prestar solidariedade às famílias das pessoas que ainda estão desaparecidas no desabamento dos três prédios na Cinelândia

O rapaz que trabalhava como ajudante na obra do 9° andar onde funcionava a empresa de informática "TO" disse que nenhum pilar foi modificado. "Só mexemos em duas paredes de tijolos de dois banheiros. Todas as estruturas de concreto ficaram inteiras. Não acredito que isso tenha sido a causa do desmoronamento", avaliou.

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Segundo Alexandro, as partes elétricas e hidráulicas também não sofreram alterações. Sobre a presença de um engenheiro responsável pela obra, o rapaz não soube dizer. "Trabalhei por duas semanas e dois dias. Sinceramente, não sei se tinha um engenheiro. Como poderia saber? Sou só um ajudante de obra".

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