Réu afirma não lembrar do crime que ocorreu em outubro do ano passado

O músico Bruno Kligierman Melo, 24, acusado de matar por estrangulamento a estudante Bárbara Chamun Calazans Laino, de 18 anos, em 24 de outubro do ano passado, será levado a júri popular.

A decisão foi tomada pelo juiz Fábio Uchôa Montenegro, da 1ª Vara Criminal do Rio, nesta quinta-feira (5). O magistrado levou em conta o laudo do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho que considera Bruno “inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato e inteiramente capaz de determinar-se de acordo com esse entendimento", de acordo com o documento publicado no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com juiz, as testemunhas ouvidas em juízo trouxeram indícios da autoria.

O crime ocorreu quando Bárbara foi ao apartamento do amigo que morava sozinho, no Catete, zona sul da cidade. Kligierman alegou na época que não se lembrava do que havia feito, pois estava sob efeito de álcool e havia consumido crack.

Ele será julgado por homicídio duplamente qualificado: crime praticado com emprego de meio cruel (asfixia por estrangulamento) e com recurso que dificultou a defesa da vítima. Kligierman permanecerá preso até o julgamento, que ainda não possui data marcada.

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