MP do Rio pede novamente prisão do agressor de taxista

Vítima teria sido derrubado ao chão e agredido com socos e pontapés por taxistas credenciados do aeroporto

AE |

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) interpôs nesta terça-feira recurso contra a decisão que negou a prisão preventiva do taxista José Cosmo Neres de Freitas, acusado de espancar o companheiro de profissão Kléber Luiz Oliveira da Rosa.

No recurso, o promotor Sauvei Lai diz que os argumentos usados na denúncia contra Freitas são concretos e embasados em dados específicos, como formação de cartel, extenso histórico criminal e sua liderança na tentativa de matar Rosa.

As consequências só não foram piores graças à intervenção de pessoas que estavam no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na hora do crime. Rosa, que ficou seis dias internado no serviço de neurocirurgia do hospital Miguel Couto, sofreu múltiplas fraturas, debilidade da função mastigatória, amnésia e perdeu um dente.

Freitas já havia se envolvido em outras brigas com outros taxistas pelo mesmo motivo - manter, para a cooperativa de táxi a qual pertence, o monopólio sobre a atividade de embarque de passageiros no aeroporto. O crime ocorreu na madrugada de 7 de julho.

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