Ações ficarão suspensas até projeto de lei de anistia criminal seja sancionada pela presidenta Dilma Rousseff

Desde maio, bombeiros do Rio fizeram várias manifestações por aumento dos salários
AgênciaO Globo
Desde maio, bombeiros do Rio fizeram várias manifestações por aumento dos salários
A desembargadora Rosita Maria de Oliveira Neto, da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), decidiu suspender os processos criminais a que respondem os 429 bombeiros e dois PMs acusados de invadir o Quartel Central dos bombeiros na noite do dia 3 de junho.

Segundo o TJ-RJ, os processos ficarão suspensos até que a presidenta Dilma Rousseff sancionar o projeto de lei de anistia criminal dos millitares, que ainda tramita no Congresso Nacional.

Nas ações que correm na Justiça do Rio, os bombeiros respondem por motim e também por danos aos equipamentos e instalações da corporação.

A anistia administrativa dos militares já foi sancionada pelo governador do Rio, Sérgio Cabral. Com isso, os bombeiros que participaram da invasão não poderão sofrer sanções internas.

Por causa da invasão à unidade principal da corporação, os bombeiros ficaram presos por cerca de uma semana mas tiveram o pedido de liberdade concedido.

Na época da invasão, os bombeiros reinvidicavam um aumento do piso salarial para R$ 2.000. Dias depois, o governo fluminense anunciou um reajuste de 5,58% para a categoria.

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