Justiça Militar pede prisão de 11 líderes grevistas no Rio

Paralisação começou na noite de quinta-feira durante manifesto no centro do Rio

iG Rio de Janeiro |

Guilherme Pinto / Agência O Globo
Viatura com policiais militares saindo do 3º BPM (Méier) nesta sexta-feira (10)
A Justiça Militar expediu nesta sexta-feira 11 mandados de prisão contra os principais líderes da greve no Rio. Os nomes dos militares não foram divulgados. O anúncio da paralisação de bombeiros e policiais civis e militares foi feito na noite de quinta-feira (9) durante uma manifestação no centro da capital fluminense.

Leia também: PM registra problemas com grevistas no interior do Estado do Rio

Mesmo com a decretação da greve, o porta-voz da Polícia Militar (PM), coronel Frederico Caldas, informou que os serviços da corporação estão mantidos e os comandantes estão presentes em todas as unidades. Segundo ele, está descartada a necessidade de reforço por parte das Forças Armadas .

“Montamos um gabinete de gestão e todas as viaturas estão sendo monitoradas. Estamos com um reforço do Bope e do Batalhão de Choque para dar uma sensação de segurança maior”, informou o coronel, que garantiu que a greve não teve adesão em nenhuma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Os grevistas reivindicam na greve a liberdade do cabo Benevenuto Daciolo , preso na noite de quarta-feira (8) acusado de crime militar, e piso salarial de R$ 3.500, além de benefícios como vale-transporte e tíquete-refeição.

Na quinta-feira (9), a Assembleia Legislativa do Estado do Rio aprovou aumento de 39% nos salários das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros e de agentes penitenciários até fevereiro de 2013, mas o texto final pode sofrer alterações.

* com informações das agências Brasil e Estado

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