Juíza foi assassinada com 21 tiros, diz polícia

Disparos partiram de pistolas calibres 40 e 45, informou delegado

Daniel Gonçalves, especial para o iG |

Reprodução Facebook
Patrícia Acioli tinha 47 anos e foi morta quando chegava em sua casa, em Niterói
O titular da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Ettore, afirmou na tarde desta sexta-feira (12) que a juíza Patrícia Lourival Acioli , assassinada na noite de quinta-feira (11), levou 21 tiros. Segundo ele, a maioria dos disparos atingiu a cabeça e o pescoço da magistrada.

Os assassinos, de acordo com o delegado, usaram pistolas calibres 40 e 45. Ettore disse ainda que já foram ouvidas dez pessoas sobre o caso, entre vizinhos e o companheiro da juíza, o policial militar Marcelo Poubel de Araújo.

O conteúdo dos depoimentos não foi divulgado. Felipe Ettore não deu mais detalhes sobre a investigação. "Ainda estamos buscando o mandante da execução", disse o delegado.

A juíza, que era conhecida por seu rigor contra grupos de extermínio, foi morta quando chegava em sua casa, no bairro de Piratininga, no município de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Horas antes de morrer, ela, que comandava a 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça, em São Gonçalo, decretou a prisão preventiva de oito PMs acusados de um homicídio.

Assista ao vídeo sobre o assassinato da juíza:

Caso não consiga ver este vídeo, clique no link abaixo para assistir na TV iG:

Juíza é morta a tiros em Niterói, no Rio

    Leia tudo sobre: assassinatojuízacrimeemboscada

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG